quinta-feira, 28 de junho de 2012

P.E.C. Nº 146: Números redondos


Loeb sempre transmitiu uma imagem serena, a de quem tem os pés [quase sempre…] bem assentes na terra [em competição, embora em regime de trabalho intenso, assentes nos pedais, claro está].

A sua condução é limpa e suave, orientada em função das necessidades do cronómetro.

Os altíssimos padrões de profissionalismo que sempre impôs a si próprio transportaram o seu palmarés para patamares inimagináveis, guindando Seb-Lo em ‘apenas’ dez anos à condição do mais titulado piloto de todos os tempos.

Pode-se alegar que as circunstâncias o favoreceram.

Que os atuais Ralis são mais fáceis que os de outrora, que a concorrência digna desse nome não abunda, ou que ter uma equipa orientada estritamente em função das suas necessidades ajuda bastante: não sendo inteiramente falso, é uma argumentação que também não é todo inteiramente abrangente.

Analisando o piloto de Haguenau sob os mais diversos ângulos de análise, certo é que a sua imagem enquanto verdadeiro especialista de Ralis passa sem ondas de controvérsia entre fãs e detratores.

Sebastién Loeb, todavia, desde 2006 vem dando sinais claros que o seu interesse pelo automobilismo não se esgota na disciplina que o consagrou: para ele, como nunca o escondeu, há, do ponto de vista competitivo, vida para além da condução do seu Citroen DS3 WRC.

Experimentou, com alguma dose de sucesso, as exigentes 24 horas de Le Mans, fez incursões nos campeonatos franceses para carros de GT, sucumbiu em várias ocasiões ao apelo da Fórmula 1 realizando pequenos testes [direcionados acima de tudo a aspetos de marketing, como é norma nestas situações] para várias equipas, não escondendo sequer a ambição de cunhar no seu palmarés a participação em pelo menos um Grande Prémio da disciplina [realizou testes na GP2 em 2009, no intuito de lhe ser concedida a respetiva superlicença].

No dificílimo circuito citadino de Pau, o pluricampeão do mundo de Ralis voltou recentemente a fazer uma perninha nas corridas de velocidade ao participar na etapa da Porsche Carrera Cup/França ali disputada, rezando os relatos que não deixou os seus créditos por mãos alheias ao obter uma pole-position e duas vitórias sem mácula, perante concorrência cotada e mais experiente.

Na última meia-dúzia de anos as facadinhas que Sebastién vem dando no seu longo casamento com os Ralis, vão alimentando uma série de especulações em torno da sua carreira.

Há quem anuncie o final da sua participação na alta-roda do campeonato do mundo, e posterior gozo das delícias de uma reforma dourada.

Alguns quadrantes vaticinam para breve um virar de página, que o leve a direcionar os seus talentos a tempo inteiro para o automobilismo de pista.

Há também quem aposte [talvez um desejo mascarado de prognóstico] que Seb-Lo está de pedra e cal no campeonato do mundo de Ralis, não estando na linha do horizonte o fim da sua presença na modalidade.

No meio de todos estes exercícios de adivinhação, Loeb vai fazendo o seu caminho profissional envergando um luxo a que poucos têm acesso: o de quem adquiriu um estatuto de tal forma respeitável que lhe permite não fazer planificações a longo prazo, encarando o futuro da carreira ao sabor de cada momento.

Apesar destas interrogações, fica porém a certeza que aos 38 anos não perdeu faculdades: o apuro na condução é o mesmo de sempre, o instituto e capacidade de gerir uma prova ou campeonato mantêm-se intactos, e a sua motivação não dá mostras de esmorecer.

Na hipótese do octacampeão mundial ver na ampliação dos seus [] inacreditáveis números estatísticos um sólido argumento para continuar no campeonato do mundo de Ralis, seria interessante saber se pretende, por exemplo, dar um boost decimal ao palmarés, sentando um novo dígito ao lado dos registos entretanto conquistados.

Loeb tem oito [para o efeito há já quem conjugue o verbo ter no pretérito…] campeonatos do mundo de Ralis no seu bornal: pretenderá dez?

Depois do Rali da Nova Zelândia de 2012, averbou setenta e dois triunfos em provas do mundial: atingirá cem?

Até ao Rali da Nova Zelândia/2012 do seu palmarés constam oitocentas e trinta e sete vitórias em classificativas de Ralis no campeonato do mundo: almejará mil?

Com o Rali da Nova Zelândia/2012 são cento e cinquenta e oito as presenças em Ralis do WRC: conseguirá duzentas?

Superar estas fasquias [pelo menos parte delas] não será fácil, e a sua exequibilidade depende do prolongamento da carreira de Sebastién no campeonato do mundo durante mais uma série de anos.

Os indicadores que tem dado, manifestando abertura para redirecionar a carreira para outras disciplinas do desporto automóvel, aliados à idade que está [embora não pareçano dealbar dos quarenta anos, não tornam expectável a sua presença no mundial de Ralis durante tempo suficiente para ampliar o leque de recordes até aos números que atrás equacionamos.

É pacífico, porém, que os Ralis ainda fazem mover Loeb: pode suceder que a sua motivação atual, incólume ao passar dos anos, se alimente no desejo de ir adicionando em cada Rali novos upgrades ao palmarés.

Se esta ideia tiver base real, será então de admitir que o francês possa pretender conferir aos seus registos uma dimensão algo bíblica, praticamente impossível de atingir, ensaiando uma fuga em frente na carreira com vista a permanecer por algum tempo mais na alta-roda dos Ralis.

O que será o futuro profissional de Seb-Lo no desporto automóvel é, por falar em números redondos, a chamada ‘pergunta de um milhão de dólares’.

A FOTO EXIBIDA NO PRESENTE TRABALHO, FOI OBTIDA EM:
- http://fuckyeahsebastienloeb.tumblr.com/page/4

sábado, 23 de junho de 2012

P.E.C. Nº 145: As primeiras YPRESsões de Bernardo Sousa acerca do novo Lotus Exige R-GT


Vestindo a pele de piloto oficial do novo projeto da Lotus para Ralis, após um longo período relativo a atrasos na homologação do carro Bernardo Sousa roda, finalmente, com a sua nova montada no Rali de Ypres que se está a disputar este fim-de-semana na Bélgica. 

Na condição de 'carro 0', e sem seguramente rodar sequer perto dos limites do que o [lindíssimo...] bólide lhe pode oferecer, aqui ficam as primeiras imagens do piloto português aos comandos do mais recente Grande Turismo pensado para as provas de estrada, sobretudo, pelo menos para já, em pisos de asfalto.

[Nota 1: Sobre o envolvimento da Lotus nos Ralis, 'Zona-Espectáculo' recomenda consulta à P.E.C. Nº 101 deste blogue].

[Nota 2: Sobre o Rali de Ypres'Zona-Espectáculo' recomenda consulta à P.E.C. Nº 72 deste blogue].


A FOTO PUBLICADA NESTE TRABALHO FOI OBTIDA EM:
- http://www.facebook.com/bernardosousarally?filter=2

P.E.C. Nº 144: O aficionado que não deixa nunca de ser quem é...


Há maneiras distintas de encarar os Ralis.

Dentro da massa anónima que dá corpo ao conceito, abstrato, de ‘público’, existem perspetivas diferenciadas sobre a modalidade, eventualmente tantas quanto o número de aficionados que ladeia as classificativas.

Os Ralis mexem com emoções.


Ao redor de um carro de competição em pleno troço há som, cor e movimento [porventura o legado mais admirável do automobilismo], e também o sentido de urgência e de imprevisibilidade nos quais se alimenta muito do fascínio por este desporto.

Nunca se consegue antever com precisão como determinado piloto vai abordar a curva onde nos encontramos: nem nós, nem sequer ele próprio que faz do improviso permanente a sua afirmação de competências.

A condução em Ralis, apesar de uma crescente tendência em sentido contrário, ainda tem pouco de científico: os únicos livros pelos quais se pode estudar a condução em troço [os cadernos de notas…] são mais dados à prática que à teoria, classificando a linguagem matemática à frente da retórica doutrinal.


Neste enquadramento, os Ralis continuam a premiar a desenvoltura da condução, uma vez que os reflexos ou a capacidade de antecipação ainda têm o primado perante o gadget eletrónico.

Na teia cerrada desta soma de variáveis, o adepto faz o seu casulo.

Como abordamos em ocasiões anteriores, há quem se desloque aos Ralis à procura de ‘coisas diferentes’ que deem um sentido à vida distinto das ‘coisas iguais’ do quotidiano.


A condição de aficionado mascara-nos muitas vezes com a irreverência que é traje impossível de vestirmos no dia-a-dia comum.

Numa visão radical há também quem esteja nos troços para simplesmente, ainda que por uns instantes, se descaracterizar deixando de ser quem é, dizer aquilo que de todo não pensa, ou fazer coisas à margem do que o bom senso lhe dita.

As fotografias que publicamos no presente trabalho, belíssimas pelo seu despojamento e simbolismo, personificam todavia uma outra realidade: a de estar nos Ralis de forma genuína e com a autenticidade de quem não deixa nunca de ser quem é, ainda que a modalidade lhe traga [no caso à porta de casa] as tais ‘coisas diferentes’ que em algumas ocasiões dão à vida um sentido distinto das ‘coisas iguais’ do quotidiano.

AS FOTOS PUBLICADAS NO PRESENTE TRABALHO FORAM OBTIDAS EM:
http://www.ewrc.cz/ewrc/image_browse.php?id=9596
- http://www.ewrc.cz/ewrc/image_browse.php?id=9610
- http://www.ewrc.cz/ewrc/image_browse.php?id=30732
- http://www.ewrc.cz/ewrc/image_browse.php?id=30744

sexta-feira, 15 de junho de 2012

P.E.C. Nº 143: Um pouco de história e geografia...


Com o presente trabalho sentamo-nos na bacquet da máquina do tempo.

Pegamos num volante chamado memórias, ajustando os cintos à rica e vasta história do Rali de Portugal.

Recuamos trinta e cinco anos, até à décima primeira edição da prova, disputada em 1977.

O país havia saído pouco tempo antes do 'Estado Novo', regime que, após quarenta e oito longos anos, ironicamente implodia… de velho!

Ensaiavam-se tropegamente os primeiros passos da liberdade, mas Portugal continuava a ter não ter faróis que permitissem projetar-se para lá de Vilar Formoso.

Para oferecer fora de portas pouco mais havia que o sol, Amália e Fátima, uma vez que até o Eusébio entrava penosamente por esses anos no ocaso da sua carreira.

Nesses tempos eram poucos os portugueses de exceção.

Figura senatorial no automobilismo nacional e emergente no contexto do desporto motorizado europeu, fruto da sua reconhecida capacidade organizativa e do seu glaciar rigor germânico, Alfredo César Torres conseguia à época mobilizar um conjunto de apaixonados por Ralis para colocar de pé o ‘melhor Rali do Mundo’, nos dias [e noites] em que Markku Alén era mais influente no país que o próprio Frank Carlucci.

A prova, no final da década de 70, era porventura a única grande realização nacional que lograva obter prestígio além-fronteiras [a César o que é de César…], exportando-nos como um país de gente simples e afável, predominantemente rural, mas com uma capacidade de saber receber que fazia o encanto dos estrangeiros que visitavam o país.

E havia a abrangência, o formato e a extensão do Rali, as dificuldades dos troços e o público vibrante e entusiasta, funcionando em conjunto como um magnífico bilhete ilustrado daquilo que Portugal era.

A somar a todos estes predicados, os carros, cheios de fulgor e têmpera na traseira, a lembrar a cada curva a predisposição das cariocas para sambar em dia de desfile carnavalesco.

Sempre defendemos que o conhecimento do passado e a perceção da história, é o motor que permite chegar à compreensão daquilo que significa, a vários níveis, o Rali de Portugal para muitos portugueses.

A prova, nas múltiplas mutações que foi sofrendo, soube transformar-se sociologicamente em algo mais vasto que um mero acontecimento desportivo.

No belíssimo filme publicado no presente trabalho, fica a ideia dos vários Portugais de há 35 anos atrás: das cosmopolitas São Pedro de Moel ou Póvoa de Varzim à manada de bois do Minho profundo, do silêncio meditativo da Penha ao ruído orgástico do autódromo do Estoril.

É uma visita guiada ao passado que agora lhe propomos, caro leitor, sugerindo para o efeito que se sente na bacquet da máquina do tempo, pegue num volante chamado memórias, e ajuste os cintos à vasta e rica história do Rali de Portugal…

«»«»«»  «»«»«»
  
[Nota: Para elaboração do presente trabalho «Zona-Espectáculo» contou com a colaboração, verdadeiramente decisiva, de Gonçalo Fernandes e de João Costa, duas das maiores autoridades em Portugal no que respeita ao conhecimento e cartografia de troços de Rali].

 RALI DE PORTUGAL | 1977 

DATA: 1 a 6 de março de 1977.
CLASSIFICATIVAS: 46.
CLASSIFICATIVA MAIS CURTA: Alcabideche [4,20 kms].
CLASSIFICATIVA MAIS EXTENSA: Arganil [43,00 kms].
CLASSIFICATIVA MAIS LENTA: Armamar 1 [cumprida à média de 68,81 kms/h].
CLASSIFICATIVA MAIS RÁPIDA: Lagoa Azul 1 [cumprida à média de 123,29 kms/h].
NÚMERO DE INSCRITOS: 103 pilotos.
CONCLUÍRAM O RALI: 27 pilotos [correspondente a 26,2% do número de inscritos].
DISTÂNCIA TOTAL DA PROVA: 2.461,90 kms.
DISTÂNCIA TOTAL DOS PERCURSOS DE LIGAÇÃO: 1.882,00 kms.
DISTÂNCIA TOTAL DAS CLASSIFICATIVAS DO RALI: 579,90 kms.
DISTÂNCIA TOTAL DAS CLASSIFICATIVAS EFETIVAMENTE CUMPRIDAS: 546,90 kms.

NÚMERO DE VITÓRIAS EM CLASSIFICATIVAS:

- Bjorn Waldegaard / Hans Thorszelius [Ford Escort RS 1800] - 21;
- Ari Vatanen / Peter Bryant [Ford Escort RS 1800] - 13;
- Fulvio Bacchelli / Francesco Rossetti [Fiat 131 Abarth] - 5;
- Jean-Claude Andruet / Christian Delferrier [Fiat 131 Abarth] - 4;
- Markku Alén / Ilkka Kivimaki [Fiat 131 Abarth] - 2;
- Ove Andersson / Henry Liddon [Toyota Celica 2000 GT] - 1;
- Hannu Mikkola / Arne Hertz [Toyota Celica 2000 GT] - 1.

LÍDERES DA PROVA:

- Fulvio Bacchelli / Francesco Rossetti [Fiat 131 Abarth], da 1ª à 12ª classificativa;
- Ari Vatanen / Peter Bryant [Ford Escort RS 1800], da 13ª à 26ª classificativa;
- Markku Alén / Ilkka Kivimaki [Fiat 131 Abarth], da 27ª à 46ª classificativa.

QUADRO DE HONRA:

- Vitória absoluta e no ‘Grupo 4’: Markku Alén / Ilkka Kivimaki [Fiat 131 Abarth].
- Vencedores no ‘Grupo 1’: Giovanni Salvi / Pedro de Almeida [Ford Escort RS 2000].
- Vencedores no ‘Grupo 2’: Manuel Queiroz PereiraMêquêpê»] / Miguel Vilar [Opel Kadett GT/E].
- Vencedores no ‘Grupo 3’: Wilfried Hermann / Jutta Fellbaum [Porsche 911].

CLASSIFICAÇÃO FINAL:

1st 
 3 
 Alen, Markku
 Fiat 131 Abarth
   FI 
  G4 
   6h 51m 47s 

 2nd 
 2 
 Waldegard, Bjorn
 Ford Escort RS
   SE 
  G4 
   +3m 56s 

 3rd 
 4 
 Andersson, Ove
 Toyota Celica
   SE 
  G4 
   +4m 21s 

 4th 
 5 
 Andruet, Jean-Claude
 Fiat 131 Abarth
   FR 
  G4 
   +14m 47s 

 5th 
 1 
 Verini, Maurizio
 Fiat 131 Abarth
   IT 
  G4 
   +15m 13s 

 6th 
 10 
 Queiroz Pereira, Manuel
 Opel Kadett GT/E
   PT 
  G2 
   +37m 08s 

 7th 
 12 
 Wittman, Franz
 Opel Kadett GT/E
   AT 
  G4 
   +46m 40s 

 8th 
 30 
 Salvi, Giovanni
 Ford Escort RS2000
   PT 
  G1 
   +52m 45s 

 9th 
 63 
 Nunes, Americo
 Porsche 911
   PT 
  G4 
   +54m 49s 

 10th 
 24 
 Russling, Klaus
 Opel Kadett GT/E
   AT 
  G1 
   +54m 56s 

 11th 
 18 
 Herrmann, Wilfried
 Porsche 911
   DE 
  G3 
   +1h 06m 11s 

 12th 
 57 
 'Jomaro'
 Opel Kadett GT/E
   PT 
  G1 
   +1h 28m 03s 

 13th 
 105 
 Cunha, Jose
 Datsun 1200
   PT 
  G2 
   +1h 30m 55s 

 14th 
 48 
 Fontainhas, Carlos
 Ford Escort RS2000
   PT 
  G2 
   +1h 45m 48s 

 15th 
 45 
 Isopp, Wolfram
 Volkswagen Golf GTi
   AT 
  G1 
   +1h 46m 02s 

 16th 
 78 
 Tristao, Albino
 Toyota Corolla
   PT 
  G2 
   +1h 58m 24s 

 17th 
 49 
 Mignot, Georges
 Opel 1904SR
   BE 
  G2 
   +2h 00m 38s 

 18th 
 121 
 Santos Silva, Porfirio
 Datsun 1200
   PT 
  G1 
   +2h 01m 36s 

 19th 
 50 
 Labarthe, Jean-Claude
 Porsche Carrera
   FR 
  G4 
   +2h 02m 28s 

 20th 
 38 
 Stohl, Rudolf
 Lada 1500
   AT 
  G2 
   +2h 03m 26s 

 21st 
 43 
 Ripper, Karl
 Opel Kadett GT/E
   AT 
  G1 
   +2h 08m 22s 

 22nd 
 97 
 Beaudoin, Dominique
 Datsun 510
   FR 
  G1 
   +2h 31m 35s 

 23rd 
 77 
 Restellini, Dominique
 Peugeot 504
   FR 
  G2 
   +2h 41m 14s 

 24th 
 112 
 Pais da Silva, Antonio
 Opel 1904SR
   PT 
  G1 
   +2h 53m 01s 

 25th 
 71 
 Blain, Georges
 Opel Kadett GT/E
   FR 
  G2 
   +3h 01m 38s 

 26th 
 117 
 Marin, Guy
 Datsun 180B
   FR 
  G1 
   +3h 03m 00s 

 27th 
 93 
 Gransard, Alain
 Ford Escort
   FR 
  G1 
   +3h 29m 29s 



LEGENDAGEM DO FILME ACIMA PUBLICADO:
[obtido em: http://www.youtube.com/watch?v=8g2bR421yyI]

0m:32s até 1m:03s:


CLASSIFICATIVA: Penha.
PISO: Asfalto.
EXTENSÃO: 6,50 kms.
LOCAL: Junto ao Santuário da Penha, Guimarães.
GPS41°25'57.68"N - 8°16'7.80"W.

4m:16s até 4m:55s:


CLASSIFICATIVA: Peninha.
PISO: Asfalto.
EXTENSÃO: 6,50 kms.
LOCAL: Salto da Peninha.
GPS38°46'15.80"N - 9°27'2.79"W.

4m:56s até 5m:44s:


CLASSIFICATIVA: Montejunto.
PISO: Gravilha.
EXTENSÃO: 8,00 kms.
LOCAL: Gancho à esquerda, em descida.
GPS: 39°11'56.72"N - 9° 1'3.16"W.

5m:45s até 6m:29s:


CLASSIFICATIVA: São Pedro de Moel.
PISO: Asfalto.
EXTENSÃO: 7,50 kms.
LOCAL: Início da classificativa, junto à Praia Velha, na estrada São Pedro de Moel/Praia da Vieira.
GPS39°46'26.54"N -  9° 1'21.78"W.

6m:30s até 6m:59s:


CLASSIFICATIVA: São Pedro de Moel.
PISO: Asfalto.
EXTENSÃO: 7,50 kms.
LOCAL: Cruzamento em direção ao final da classificativa junto ao parque de campismo da Orbitur.
GPS39°45'54.03"N -  9° 0'44.38"W.


13m:30s até 14m:07s14m:24s até 14m:34s: 



CLASSIFICATIVA: Cabreira.
PISO: Terra.
EXTENSÃO: 27,00 kms.
LOCAL: Passagem pela povoação de Anjos.
GPS: 41°35'57.65"N - 8° 4'20.05"W. 

14m:35s até 14m:48s:



CLASSIFICATIVAFafe.
PISOTerra.
EXTENSÃO8,00 kms.
LOCAL: Imediações da povoação de Lagoa.
GPS41°31'26.19"N - 8° 5'21.30"W.

14m:49s até 15m:48s:



CLASSIFICATIVAFafe.
PISOTerra.
EXTENSÃO8,00 kms.
LOCALImediações da povoação de Lagoa.
GPS41°31'17.52"N - 8° 5'15.74"W.


15m:55s até 16m:16s:


CLASSIFICATIVAMarão.
PISOTerra.
EXTENSÃO37,00 kms.
LOCALCaminho das Minas da Guiné.
GPS: 41°18'36.54"N - 7°59'57.11"W.    

16m:24s até 16m:41s16m:51s até 16m:56s:


CLASSIFICATIVA: Marão.
PISO: Terra.
EXTENSÃO: 37,00 kms.
LOCAL: Gancho à esquerda junto à povoação de Fridão.
GPS41°18'44.37"N - 8° 0'58.89"W. 

16m:43s até 16m:47s e 16m:59s até 17m:06s:


CLASSIFICATIVA: Viseu.
PISO: Gravilha.
EXTENSÃO: 8,00 kms.
LOCAL: Ponte de Bertelhe.
GPS40°44'52.58"N - 7°50'45.62"W.
[Nota: Sobre este local, vd. P.E.C. Nº 57 e Nº 92 deste blogue].

17m:07s até 17m:28s:



CLASSIFICATIVA: Viseu.
PISO: Gravilha.
EXTENSÃO: 8,00 kms.
LOCAL: Reta após o cruzamento da árvore, nas imediações da povoação de Cavernães.
GPS: 40°43'1.90"N - 7°49'59.11"W.

22m:21s até 22m:46s e 23m:49s até 24m:25s:


CLASSIFICATIVA: Sintra.
PISO: Asfalto.
EXTENSÃO: 10,50 kms.
LOCAL: Cruzamento para o palácio da Pena, Sintra.
GPS38°47'22.60"N - 9°23'46.93"W.

24m:26s até 24m:42s:



CLASSIFICATIVA: Sintra.
PISO: Asfalto.
EXTENSÃO: 10,50 kms.
LOCAL: Gancho à direita após a curva da Santa.
GPS: 38°47'23.52"N - 9°23'47.27"W.


AS FOTOS QUE EXIBIMOS NO PRESENTE TRABALHO [a abrir com Ari Vatanen, a fechar com o gancho à direita após a curva da Santa] FORAM OBTIDAS EM:
- http://www.forum-auto.com/sport-auto/histoire-du-sport-auto/sujet369276-1330.htm
- http://www.panoramio.com/photo/1164926?source=wapi&referrer=kh.google.com